segunda-feira, 15 de setembro de 2014

Conspiração, Forças Ocultas ou Plano de Domínio? Um artigo de Denise Abreu

 

Segunda-feira, 15/09/2014
Escrito por DENISE ABREU



Conteúdo em texto abaixo:

Recentemente acompanhamos no Brasil a ocorrência de mais um acidente aéreo, cujas investigações não adentrarm nos bastidores misteriosos e macrabros do Poder.

A compreensão das verdadeiras causas demanda, portanto, uma breve contextualização histórico/política dos acidentes ocorridos na última década, merecidamente conhecida como período de trevas.

O maior acidente aéreo da história do Brasil ocorreu durante o denominado “caos aéreo” por absoluta irresponsabilidade do governo petista que estava preocupado apenas com sua imagem pública e, sem o menor cuidado, passou a pressionar o setor aéreo e as autoridades para darem vazão aos vôos agendados para a alta temporada, independentemente dos fatores de segurança serem avaliados como propícios para essa medida.

O governo Lula, nos anos de 2006 e 2007, fazia qualquer coisa para que não viesse a ser estampado como o responsável pela continuidade dos recorrentes atrasos de voos que deixavam milhares de passageiros ao abandono nos aeroportos nacionais.

A preocupação do governo Lula nunca foi com o bem estar e bom atendimento da população.

Sempre estiveram debruçados em cima de versões que pudessem desviar o foco do cerne do problema e evitar que novas imagens de abandono dos passageiros em aeroportos viesse a ser estampada nas primeiras páginas dos jornais e nas telinhas das televisões brasileiras.

Para a mídia há que existir alguém com nome, RG e foto estampada de forma a dar o crédito às matérias que trazem a público. Foi assim que o PT elegeu um “bode expiatório”.

Neste contexto, a imprensa que buscava anciosamente pela verdade, passou a ser municiada com inverdades plantadas pelo próprio PT nas redações dos veículos de imprensa. E não tinham como saber que estavam sendo enganados. O Tsunami encobriu, também, as cabeças dos jornalistas.

Traz-se à cena, então, Denise Abreu como a protagonista de um teatro de improviso sem que conhecesse o real teor do roteiro adotado pelos petistas!

Meu nome foi envolvido nesse processo com o único intuito de desviar o foco e a atenção do público sobre os verdadeiros motivos que levaram a aviação civil brasileira a enfrentar a maior crise do setor em nosso país.

Nos últimos sete e intermináveis anos, eu venho sendo processada criminalmente por atentato à segurança de aeronaves. Esse crime é previsto pelo legislador do código penal brasileiro, na década de 40, para prever reponsabilidades, culpas e penas incidentes sobre atos terroristas que atentem contra a segurança aérea e dos passageiros. Além disso, eu respondo no processo por uma responsabilidade que, claramente, não era da Agência Nacional de Aviação Civel (ANAC), da qual eu era uma das diretoras.

Vejamos: as autoridades responsáveis pela segurança das aeronaves e do espaço aéreo brasileiro, bem como pelas decisões decorrentes das condições metereológicas dos aeroportos – tendo em conta a abertura, o fechamentamento e a fiscalização das condições de segurança de uma pista de pouso e decolagem são administradas, respectivamente, pelas empresas aéreas, pela Força Aérea Brasileira (FAB) e pela INFRAERO.

A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), como qualquer Agência Reguladora, é um órgão de Estado e não de Governo, razão pela qual as indicações de seus Diretores são encaminhadas pelo Presidente da República ao Senado Federal. Após a realização de sabatina e aprovação prévia dos nomes encaminhados ao Congresso Nacional pelo Presidente da República à Comissão de Infraestrutura, os diretores terão seus nomes remetidos ao plenário do próprio Senado e receberão, ou não, a delegação de mandato, após serem aprovados por maioria de votos.

As competências da ANAC e consequentemente de seus Diretores e corpo técnico são voltadas à regulação do mercado e defesa dos consumidores, através da aplicação de penalidades às empresas aéreas por descumprimento dos contratos que regem a relação de compra e venda de passagens aéreas.

Portanto, apesar das competências estarem claramente definadas em lei, permanece a acusação contra mim por parte do Ministério Público Federal no processo que se arrasta há vários anos na Justiça Federal.

Assim, em meio a tanta “tortura” eu ainda tive que encontrar forças para remover escombros, juntar pedaço por pedaço dos estilhaços das mentiras que atiraram contra a minha honra e decidi relatar neste artigo os bastidores do jogo sujo do “poder pelo poder” que tentou me esfacelar.

Eu tive que reunir coragem para enfrentar o sistema político e passei, então, a desvendar quais são as “forças ocultas” do poder, citada desde a década de 60 pelo ex- Presidente Janio Quadros e jamais explicada por qualquer polítivo brasileiro.

Resolvi que devia ser a brasileira a exclarecer essa afirmação do ex presidente: RELATEI E RELATO TODA A VERDADE, SEM TEMOR! Este é o único “crime” que venho praticando há vários anos.

Finalmente, a verdade sobre os verdadeiros responsáveis pelas condições da pista onde ocorreu o acidente com o avião da TAM e pela autorização de pouso do voo JJ 3054 no Aeroporto de Congonhas, naquele fatídico início da noite chuvosa de 17 de julho de 2007 que resultou em tragédia, começa a aparecer.

No início de setembro de 2014, ainda muito recentemente, a AIRBUS, fabricante e responsável pelo projeto das aeronaves modelo AIRBUS 320, decidiu quebrar o silêncio de sete anos e passa a responsabilizar a TAM linhas Aéreas, hoje LATAM, e a própria INFRAERO pela culpa do acidente e consequente responsabilidade pelas indenizações que remontam a valores milionários.

No desenrolar dessa ação na esfera cível, que está diretamente correlacionada com a ação penal que tramita na 8ª Vara da Justiça Federal de São Paulo e aguarda julgamento, não se fala, nem superficialmente, sobre qualquer responsabilidade, direta ou indireta, da Diretora Denise Abreu.

Não é preciso conhecer profundamente o arcabouço jurídico do país para, com um mínimo de raciocínio lógico, compreender que as indenizações devem ser pagas pelo verdadeiros responsáveis que deram causa a tragédia.

Nesta ação cívil, em que se discute há sete anos a quem incumbe o pagamento dos ressarcimentos dos familiares das vítimas, pagamento de ressarcimento patrimonial, jamais cogitaram de me arrolar, quer seja como mera testemunha que dirá como acusada.

A guerra judicial pelo pagamento das indenizações aos familiares dos passageiros e demais vítimas que estavam nos arredores e no prédio da TAM Express, pagamento pela perda total da aeronave, dentre outros gastos, finda por trazer à tona a verdade.

O ressarcimento das indenizações pagas aos familiares das citadas vítimas, acaba de vir à tona na acusação da Itaú Seguradora, empresa seguradora da TAM, que acusa a Airbus como a culpada pela tragédia.

Argumenta a seguradora que a causa seria: “falhas no projeto do A320” – a aeronave que varou a pista do Aeroporto de Congonhas, em São Paulo, atravessou a avenida Washington Luiz e se chocou contra o terminal de cargas da própria TAM com o falecimento de 199 pessoas.

De sua parte, a Airbus, que vem sendo processada pela Itaú Seguradora, nega responsabilidade pelo acidente e culpa a TAM, quer seja por falhas técnicas da companhia aérea, quer seja pela falta de treinamento de pilotos que erraram no procedimento de pouso daquele avião.

E nesta mesma ação, a Airbus acusa também a INFRAERO, ao apontar más condições das pistas do Aeroporto de Congonhas, em 17 de julho de 2007.

A verdade, enfim, passa a ser desnudada!

Mesmo que as recentes revelações não decorram do respeito aos familiares das vítimas do acidente, que sempre clamaram por saber o que de fato ocasionou a tragédia, mas por interesses econômicos que regem esse mercado perverso.

Assim, as máscaras começam cair.

Por vezes parece que o acervo de matérias esparsas veiculadas na época do acidente e das CPIs não tem o menor valor.

Para formar a colcha há que reorganizar os retalhos.

O primeiro deles é descobrir: porque elegeram Denise Abreu dentre várias autoridades que comandavam parte do sistema?

Em verdade, a ANAC foi instalada em 20 de março de 2006 e durante todo o seu primeiro ano de atividade a máquina foi colocada a serviço da VARIG, por dois motivos.

Primeiro: em junho, durante a Copa do Mundo da Alemanha, mais de 6 mil passageiros da VARIG ficaram em solo Alemão sem ter como regressar ao Brasil porque a falência da empresa estava praticamente consolidada, com 7 bilhões de reais em dívidas fiscais, de combustível com a BR distribuidora, com a IATA e com os próprios passageiros que, apesar de terem o programa de milhagem conhecido como “Smile”, não mais podiam utilizá-lo.

Em segundo lugar, porque Roberto Teixeira, compadre do então Presidente Luiz Inácio Lula da Silva, foi contratado como advogado da VARIG e assim, dava-se início ao “calvário” da Agência Reguladora que se transformou no “corpo de bombeiro” dos inúmeros “incêndios” gerados dentro do governo.

Isto, devido à interferência da Ministra-Chefe da Casa Civil, Dilma Roussef – que de aviação só conhecia o temor que tinha de aviões – e Roberto Teixeira, que viria a ser o abre alas da consolidação de Dilma como a escolhida por Lula para que viesse a ser candidata pelo PT à Presidência da República em 2010.

Eu fui, então, designada em reunião de diretoria e pelo colegiado da ANAC, como relatora do processo de homologação da chamada “Nova Varig” e que, no entanto, de “nova” não tinha nada, além do escritório de Roberto Teixeira ter sido contratado para representá-la nos autos do processo de recuperação judicial que tramitava na 1ª e na 8ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro sob o comando de Luiz Roberto Ayube.

Como servidora pública, ciosa de meus deveres, acabei descobrindo que havia  uma “negociata” em curso que envolvia a venda da VARIG em leilão judicial no Rio de Janeiro.

Nesse momento, manifestei-me exigindo a apresentação da entrada do dinheiro de Lap Wai Chan, representante do fundo de investimento americano Mattlin Patterson, pelo Banco Central.

Com a mesma coerência, de quem analisa com profundidade um processo, exigi a apresentação do Imposto de Renda dos três sócios brasileiros que, a nosso ver, faziam o papel de “laranjas” apenas para cumprimento de lei que impõe a tal limitação de 20% de capital estrangeiro em empresas aéreas nacionais.

Natural que assim fosse.

Afinal, as autorizações de funcionamento JURÍDICO das empresas aéreas que recebiam novas concessões era de responsabilidade da Diretoria que eu comandava e que tratava, especificamente, da regulação do mercado e consequentes procedimentos.

No cumprimento do dever, como Diretora da ANAC e reponsável por comandar a Superintendente de Serviços Aéreos (SSA), fiz o que qualquer brasileiro de BEM teria feito:  fui contrária à venda da VarigLog e da Varig na forma e no “modus operandi” imposto pelo então governo Lula.

A intenção era que eu fechasse os olhos à fraude, mas eu resisti.

Cheguei a ouvir de Dilma Roussef a seguinte afirmação:

“Exigir imposto de renda? Todos sabemos que os brasileiros sonegam impostos no nosso país!”

Quanto à exigência de demosntração de entrada de dinheiro internacional em operação que envolve concessionária de serviço público, contida no ofício que eu expedi ao Banco Central, a própria Dilma me disse:

“Bobagem... basta um contrato de gaveta para distruir essa informação que o Banco Central venha a prestar”.

Tudo isto, de fato, acabou acontecendo.

Jamais recebi uma resposta, quer seja do Banco Central quer seja da Receita Federal, acerca dos questionamentos contidos nesse citado ofício.

Esses fatos serviram, então, para enfurecer os que se sentiram prejudicados por não poderem demonstrar a legalidade do que pretendiam.

Mas o tempo é sábio.

Uma nuvem negra se instalou sobre o céu de brigadeiro de mentiras inventadas contra mim que, cruelmente injustiçada, fui acusada de “assassina” e apontada como “responsável” pelo trágico acidente da TAM, como se eu tivesse praticado um ato terrorista.

Cruelmente caluniada e com a falta de tato e capacidade de gestão dos Ministros que compunham o Conselho Nacional de Aviação Civil (CONAC) transformaram-me em saco de pancadas do governo do PT que precisava apontar um culpado diante do clamor público e das famílias das vítimas. Não só pelo trágico acidente, mas para se esquivar também do descalabro aéreo que imperava em seu (des)governo.

Era tanta a desfaçatez que pouco tempo antes do acidente ocorrido com o JJ 3054 da TAM em Congonhas, a Ministra do Turismo, Marta Suplicy, havia se superado em arrogância e, em flagrante desrespeito à população, fustigada pelos atrasos dos voos nos aeroportos de todo o país, recomendou aos passagareiros: “relaxa e goza”.

Não podemos deixar de relembrar o “flagrante” da cena de Marco Aurélio Garcia, Assessor Especial da presidência da república, nos governos Lula e Dilma, comemorando a queda do avião da TAM e as mortes anunciadas.

O que levaria o amigo, assessor e membro do Foro de São Paulo a comemorar uma tragédia?

Seria a morte do ex deputado federal Julio Redecker que aquela altura tinha sua vida ameaçada por petistas já que estava denunciando a transmutação do mensalão para semanão?

Numa possível agressão aos críticos do governo, Marco Aurélio fez com as mãos os gestos característicos de “dane-se”, batendo uma mão espalmada sobre a outra fechada, enquanto outros gestos similarmente grotescos foram repetidos por Bruno Gaspar, também assessor da presidência no governo Lula.

Um repórter de televisão gravou esse vídeo com os gestos obscenos dos assessores de Lula. Veja trecho do que foi publicado e repercutido na imprensa na ocasião: “No momento em que a reportagem {da TV Globo} ia ao ar, às 20h17, Garcia fez por três vezes o gesto em que se bate a palma da mão estendida contra a outra mão, fechada. Ao seu lado, o assessor Bruno Gaspar foi mais efusivo, esticando os dois braços para a frente e depois trazendo os cotovelos em direção ao quadril. A imagem foi transmitida no Jornal da Globo” – Noticiou o site Folha Online. E em 20 de julho de 2007.

Por outro lado, a existência desse Foro de São Paulo foi por quase duas décadas escondida do grande público pelos jornais e supostos oposicionistas brasileiros.

Fundado em 1990 por Lula e Fidel Castro, participam desse foro todos os governantes esquerdistas do continente sul-americano.

O feito foi motivo de comemoração, em vídeo, por parte do Lula, que declarou textualmente o seguinte: “Em 1990, quando criamos o Foro de São Paulo, nenhum de nós imaginava que em apenas duas décadas chegaríamos onde chegamos. Naquela época, a esquerda só estava no poder em Cuba. Hoje, governamos um grande número de países...”

Não é teoria da conspiração!

Quem quiser negá-la é porque tem vontade de não conhecer a verdade histórica da America Latina.

É preciso lembrar também que a situação de descontrole do governo federal em relação ao setor aéreo comercial chegara a tão ponto que, desde janeiro de 2007, estava em andamento no Senado a “CPI do Apagão Aéreo”, mas isso também tem sido propositadamente esquecido.

Nada disso foi considerado na época em que as acusações contra mim pululavam em toda a mídia nacional.

Ninguém se deu conta do que estava acontecendo em paralelo ao fato público denunciado.

A minha reputação profissional foi estilhaçada, tal qual um avião que explode no ar, exclusivamente, para desviar a atenção de disputas escusas, falcatruas tramadas nos porões do PT, greve de controladores de voos e descontentamento popular frente ao caos provocado pelo governo petista por falta de comando da ministra Chefe da casa Civil que teria sido designada por Lula para “gerenciar” as questões do setor aéreo.

Porém, há tempo para plantar e tempo para colher e a verdade começa a mostrar sua cara.

A Justiça começa a ser feita, pois diante de fatos não há argumentos e contra a verdade a mentira não triunfará!

Após as recentes revelações, de início de setembro, trazidas a público pelo jornalista Ricardo Gallo na Folha de S. Paulo, caberia aos brasileiros indagar: como ficam agora as acusações contra o nome de Denise Abreu, em meio a essa lavagem pública de roupa suja e questionamento de indenizações milionárias que teriam sido pagas pela TAM aos familiares das vítimas e que acabam de ser denunciadas publicamente pela Airbus?

Teria a TAM assumido o pagamento do assistente de acusação contratado pela Associação das famílias das vítimas do acidente para acusar Denise Abreu?

Seria para isso o caixa dois da TAM?

E porque fazê-lo? Para que o clamor das famílias recaísse, então, exclusivamente sobre a ex Diretora da ANAC e não sobre a própria TAM?

Porque esse advogado é, coicidentemente, o ex secretário de segurança pública do Estado de São Paulo, na época em que ocorreu o trágico acidente?

Link da matéria: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2014/09/1508915-airbus-culpa-tam-infraero-e-pilotos-por-desastre-em-2007.shtml

Os questionamentos não se encerram aí.

Tal qual ocorreu com o Eduardo Jorge, ex Secretário Geral do ex presidente Fernando Henrique Cardoso que foi caluniado em CPI e depois de 11 anos absolvidos em todas as ações em que se comprovou sua absoluta inocência, será que o PT, também não virá a público se desculpar pelo mal que causou a mim e à minha família, assim como pelo desprezo demonstrado aos familiares das vítimas?

É  difícil acreditar que tenham a honradez de fazê-lo.

Não fizeram com Eduardo Jorge e não farão comigo, também.

Por isso, não podemos deixar de revelar a sujeira escondida sobre essa “negociata” que encontrei nos porões escuros do governo do PT, da imundice que amontoa em baixo de tapetes vermelhos cintilantes e falo, principalmente, do “mal” que permea esse governo e a esquerda que procura se perpetuar no poder.

Este é o “mal” que segue maculando a alma e a memória de pilotos e comandantes mortos tidos como “responsáveis” pela ocorrência de seguidas tragédias aéreas que lastimavelmente vem ocorrendo em nosso país.

Foram mais de 900 acidentes aéreos ocorridos nos últimos três anos no Brasil, quando o comando da aviação não mais estava sob a autoridade da primeira diretoria da ANAC que eu, Denise Abreu, compunha.

E, pior: trata-se de acidentes aéreos que estranhamente não deixam rastros que permitam identificar os verdadeiros culpados.

Novamente,  em 13 de agosto de 2014, em Santos, litoral sul paulista, mais uma estória nebulosa escureceu ainda mais o céu de brigadeiro: o jato executivo da marca CESNA CITATION se desintegrou explodindo no ar ou no solo santista, como pretendem que acreditemos, matando o “presidente" Eduardo Campos e parte de sua comitiva de campanha, assim como o piloto, comandante da aeronave.

Este modelo de avião integra uma frota de aproximadamente 200 mil aeronaves idênticas tendo um histórico de apenas um acidente aéreo na África e sem vítima fatal alguma.

No recente “acidente” ocorrido com Eduardo Campos, a “caixa preta” encontrada nos escombros, misteriosamente, não gravou nada do que se passava no interior daquela cabine durante aquele trajeto de voo.

As vítimas falecidas passaram a ser a “caixa preta” já que a verdadeira caixa preta da aeronave havia se tornado chapa branca!

O roteiro do filme de terror se repete: esse episódio misterioso da caixa preta também ocorreu no “Caso TAM”.

A  primeira “caixa preta” remetida aos Estados Unidos para a leitura dos dados e oitiva da voz gravada estranhamente não era do avião da TAM que havia explodido no prédio da TAM Express em São Paulo, mas apenas um gravador de voz de outro voo.

Foi um escândalo nacional!

Os deputados da CPI tinham ido aos Estados Unidos acompanhar a leitura da caixa preta. Retornaram sem nada escutar e sem nenhuma informação.

Após dez dias a “verdadeira” caixa preta chegou aos Estados Unidos e, desta vez, com apenas 20 minutos de gravação, quando o tempo de voo de Porto Alegre para São Paulo era de aproximadamente 1h30.

As coincidências nos acidentes aéreos brasileiros passaram a se intensificar nos últimos dez anos e o enredo é sempre o mesmo: faltam provas materias para que alcancemos a verdade.

Infelizmente, o brasileiro e as autoridades brasileiras se habituaram a ancorar suas mentiras na passividade do Brasil, como se atentados não fossem possíveis de ocorrer em nosso país.

Ainda neste mês de setembro, no Chile, explodiu uma bomba no metro deixando vitimas não fatais, mas mesmo assim o país de forma responsável investiga e cogita que tenha decorrido de ato terrorista.

Se fosse no Brasil, jamais adotariam essa linha de investigação. O Brasil não quer se assumir como um país que após a era BUSH também seja foco de interesses internacionais terroristas para demonstração ou manutenção do poder.

Evidente, na era petista no poder central, o Brasil se alinhou aos países terrorsitas.

Este o motivo de Lula e Dilma terem escamoteado os verdadeiros motivos dos acidentes, colocando interpostas autoridades para que diante das câmeras de TV dêem vereditos instantâneos sem a menor investigação.

Tal fato não ocorreria nos Estados Unidos, na Europa e em outros países com responsabilidade diante da população.

Jamais me calei diante dessas revelações.

Jamais deixei de relatar aos jornalistas interessados a verdadeira história e causas dos acidentes aéreos que vivenciamos.

Infelizmente o espaço que me foi concedido nunca expôs o teor completo das entrevistas.

Por vezes, os editores preferem encarar as denúncias como mera teoria da conspiração, até o dia em que vierem a ser a próxima vítima.

Os depoimentos das testemunhas de defesa e acusação do processo ao qual respondo, que ainda não teve desfecho na Justiça Federal, nunca foi de interesse dos veículos de comunicação.

Bastaria acessarem o processo. Este processo é PÚBLICO. A verdade está lá. Estampada em todos os depoimentos e em todos os laudos de inúmeras perícias técnicas.

Mas, como reverter o estrago que fizeram com uma mulher, de “curriculum” enaltecido, que jamais foi foco de denúncias ou de qualquer tipo de investigação sobre desvio de dinheiro público, em que pese ter exercido cargos nos quais era responsável por orçamentos bilionários como na Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, na Secretaria de Estado de Assistência e Desenvolvimento Social de São Paulo e, também, na ANAC, que detinha, aproximadamente, 4% do PIB nacional.

Uma mulher que sempre foi arrimo de família e criou seus filhos só.

Que dá amparo a seus pais idosos.

Que enfrentou a luta pela vida após um câncer que a acometeu aos 40 anos de idade.

Que sempre se empenhou em fazer o seu melhor nos cargos públicos em respeito absoluto aos contribuintes que, ao fim e ao cabo, são os que pagam os salários dos servidores concursados, dos servidores de cargos em comissão, dos agentes políticos, das autoridades públicas, quando recolhem seus impostos!

Chega de impunidade! Chega de injustiças!

Os brasileiros esperam que esses episódios destruidores de vidas deixem de ocorrer.

Esperam que as infâmias que destroem reputações de pessoas inocentes passem a ser substituídas por justiça e mero cumprimento do que está prescrito na legislação nacional.

Acreditamos que a Justiça em breve poderá trazer respostas mais ágeis, já que na era petista, como diria o matuto, ela andou a pé enquanto que a injustiça voou livre, leve e solta nas asas da impunidade e viajou na estúpida velocidade da luz, embalada por “poderosos” no exercício do comando político e econômico de nosso país.


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